01O problema que ela resolve
Toda obra envolve várias disciplinas desenhadas por profissionais diferentes: arquitetura, estrutura, elétrica, hidráulica, ar-condicionado. Quando cada projeto é feito isolado, os conflitos entre eles só aparecem no pior lugar possível — no canteiro, com material comprado e equipe parada.
É o cano que cruza a viga, o duto que não passa no forro, o ponto elétrico que cai onde vai o armário. Cada um desses vira uma decisão apressada, um improviso e um custo extra.
02Como a compatibilização BIM funciona
BIM (Building Information Modeling) representa a construção em um modelo 3D rico em informações. Na compatibilização, reunimos os modelos de todas as disciplinas em um único ambiente federado e rodamos a detecção de interferências — o chamado clash detection.
O software aponta cada colisão entre elementos. Nós as resolvemos em reunião de projeto, onde mudar custa apenas horas de trabalho — e não dias de obra parada.
03Quanto isso economiza
Estudos do setor apontam economia de 5% a 10% do custo total da obra apenas em retrabalho evitado. Numa obra de R$ 1 milhão, isso significa de R$ 50 mil a R$ 100 mil — muitas vezes o valor do próprio serviço de compatibilização.
04Quando vale a pena
A compatibilização se paga em qualquer obra com múltiplas disciplinas, mas o retorno é maior quanto mais complexa a obra: sobrados, edifícios, clínicas, indústrias e reformas de grande porte. Em obras simples, um nível mais leve de coordenação já resolve.
Perguntas frequentes